21 julho 2011

Desafios da segunda década do século 21

A primeira década do século 21 já se foi, e nos deixou grandes lições, aprendizados e conquistas.
No âmbito da sociedade, há um movimento natural no sentido da aceitação das diferenças. O livro " Diferenças não são defeitos, a riqueza da diversidade nas relações humanas", de Wanderley Oliveira, trata do tema com atualidade e simplicidade. O casamento entre homossexuais, e a adoção de crianças por estes casais são exemplos de inclusão social. Decididamente, a "família Doriana" não faz mais parte do nosso modelo padrão.

No campo da ciência, cada vez mais se desenvolvem pesquisas e debates sobre física quântica, e o assunto se aproxima dos temas de saúde e de espiritualidade. Vários eventos acontecem simultaneamente no mundo abordando essas áreas. No Recife, o "II Simpósio Internacional sobre Saúde Quântica e Qualidade de vida" que acontecerá em setembro de 2011, reúne pesquisadores de todo o mundo - indianos, russos, espanhóis, americanos, australianos e brasileiros - com o objetivo de compartilhar conhecimentos que permitam compreender um pouco mais o ser humano de uma forma integral.

Na área da saúde, o movimento é pela recuperação da identidade pessoal. A geração que foi educada no século 20 recebeu mensagens que ficaram gravadas no inconsciente, formando uma gama de doenças com semelhanças entre si, no que tange à origem social e emocional dos distúrbios. E isso resultou em grande número de indivíduos com doenças como depressão, síndrome do pânico, insônia, e inseguranças de varias formas, bem como um aumento dos casos de hipertensão e doenças do coração, e obesidade mórbida.

E o que essas doenças têm em comum? A origem em um modelo de vida em sociedade onde existe um padrão de repressão das expressões pessoais, das emoções. Este modelo, onde foi educada a geração adulta de hoje, resultou no aprisionamento das emoções e sentimentos. O reflexo então, se manifesta na forma de doenças. Quem , da geração criada no século 20, nunca ouviu: " criança não tem opinião"; "criança não come com adulto na mesa"; " fecha a perna, menina, que coisa feia"; " engole o choro"; " quem escolhe a sua roupa é a sua mãe"; "cala a boca e não discute, quem manda sou eu";e várias outras expressões que causam horror nos educadores modernos (embora ainda existam pais e mães que adotem estes modelos). Isto para citar somente a infância. Se analisarmos a vida dos adultos, vamos identificar os problemas de comunicação nas relações de trabalho, nas relações afetivas e sociais.

Existem várias técnicas que permitem identificar os padrões que repetimos e que nos adoecem, e reprogramá-los, devolvendo ao indivíduo seu equilíbrio mental, emocional e físico - o que chamamos de saúde. Dentre essas técnicas, destaco : a Homeopatia, o Body talk e a Auriculoterapia com cristais quânticos. Cada uma com uma abordagem peculiar, mas com o ponto em comum de corrigir o padrão vibratório que gera doença, transformando-o em um padrão de saúde.

Nossa tarefa agora é dar continuidade ao que já foi conquistado, e trabalhar para ir além, não nos contentando em atingir metas, mas em superá-las.

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